quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Cordel - II





9

Eu sou o caboclo errante

Amante desse sertão
Trago na voz um semblante
Distante da perfeição
Mas que agrada a quem ouve
Toda a minha indagação



10


Violeiro violador

Violando as violas
"Voilá" meu "bon vivant"
Versejando vossas trovas
Vou virando vossos versos
E avexando nossa historia


11


Sem saber que era impossível

Eu cheguei, fui lá e fiz
Meti os peito, torei aço
Ninguém via, mas eu vi
Vai ou racha ou se arromba
Ou se dana ou é feliz


12


Vida véia aeperrada

Mas que não carece pressa
Se o destino é um só
E não há quem o impeça
Vem do pó e volta pó
De pó em pó ta feita festa



Ciço .Poeta, 25-10-2012

Um comentário:

  1. Meu nome é António Batalha, estive a ver e ler algumas coisas de seu blog, achei-o muito bom, e espero vir aqui mais vezes. Meu desejo é que continue a fazer o seu melhor, dando-nos boas mensagens.
    Tenho um blog Peregrino e servo, se desejar visitar ia deixar-me muito honrado.
    Ps. Se desejar seguir meu blog será uma honra ter voce entre meus amigos virtuais, decerto irei retribuir com muito prazer. Siga de forma que possa encontrar o seu blog.
    Deixo a minha benção e a paz de Jesus.

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