domingo, 17 de maio de 2015

Futuro presente



A rotina pode ser nossa prisão
Mas, as vezes, é nossa fuga
E de tanto levar a culpa
Vai virando desculpa

Parecia doentia
E foi ficando sadia
Era estranha
Ficou normal
E quando notamos
Já era tarde de mais
Fugimos de nossa casa
Pra nos tornar nossos pais.


Ciço .Poeta 14/05/2015

quinta-feira, 30 de abril de 2015

Disco Novo: Efêmera - Zarpar



Apresento a vocês o álbum Zarpar, da banda Efêmera de Garanhuns - PE.

Somos uma banda de rock, formada por Ciço Poeta, Rafael Felipe, Cezar Oliveira e Jameson Patrych.

As letras são todas de autoria de Ciço Poeta, os arranjos são de Cezar Oliveira, Rafael Felipe e Jameson Patrych, o disco contou com a participação dos artistas Fabrício Vasconcelos, percussionista de Rogério e Os Cabras, e Aldecy Souza, grande músico da Garanhuns, responsavel pelo Alpha Studio, o mesmo no qual fizemos as gravações.

O CD tem 10 faixas autorais e inéditas, com muita influência regional, nacional e internacional.

Podem ouvir o disco inteiro gratuitamente no link abaixo:

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Tatu Goiaba: Reggae Do Interior

Então pessoal, vou disponibilizar aqui no blog os links para ouvir e baixar meu primeiro cd gravado com a Tatu Goiaba, que se chama Reggae do Interior e contem 12 faixas inéditas, com letras de minha autoria e produção do grande musica garanhunense Aldecy Souza. O disco foi oficialmente lançado em 25/07/2014 no Festival De Inverno De Garanhuns e está a venda de forma digital no iTunes e Google Play, mas nos links abaixo você pode fazer o download gratuito e ouvir as musicas, espero que gostem.

Ps. Atualmente sigo com um projeto paralelo de rock, chamado Efemera, do qual fazem parte eu, Rafael Felipe, Cezar Oliveira e Jameson Patrych, as letras são de minha autoria e as musicas produzidas por nós quatro. Se tudo der certo, em Abril lançaremos um cd com 10 faixas inéditas, aguardem.

 

Baixe grátis: DOWNLOAD

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Efêmera - Aquela Doida (Web Video)





Já faz um tempo que não dou noticias por aqui, então vou resumir, nesse últimos tempos formei a Tatu Goiaba (2013), gravei um cd com 12 musicas que foi lançado na nossa apresentação no Festival de Inverno de Garanhuns de 2014. Depois formei a banda Efêmera no final de 2014, fiz composições, produzimos as musicas e agora estamos gravando, gravamos 3 e creio que gravaremos mais 7 até abril deste ano, depois lançaremos o disco. Essa musica foi gravada nas ultimas semanas, faz parte do projeto e estará no album, fiz esse video para a divulgação, depois atualizo o blog direitinho com todas as informações sobre as musicas.



Letra:



Ela dançava, cantava

rodopiava no ar

Uma estrela flutuante

Não parava de brilhar

Ela dançava, cantava

rodopiava no ar

Por sobre as ondas sonoras

A se projetar!



Não pedia, ela mandava

Não calava, ela falava

Duvidava, ela mostrava

Pra ela nada bastava



Demorou, não esperava

Ia embora na estrada

Não corria, ela voava

O impossível era nada



Ela dançava, cantava

rodopiava no ar

Uma estrela flutuante

Não parava de brilhar

Ela dançava, cantava

rodopiava no ar

Por sobre as ondas sonoras

A se projetar!



E era dona de tudo que queria

Não pedia, ela fazia

Dava um jeito e conseguia

E ela fazia tudo

E nunca se importava

Se era briga, ela brigava

Se era amor, ela amava



Ela dançava, cantava

rodopiava no ar

Uma estrela flutuante

Não parava de brilhar

Ela dançava, cantava

rodopiava no ar

Por sobre as ondas sonoras

A se projetar!




sábado, 3 de janeiro de 2015

Inferno Interior

Eu morro uma vez por semana,
O inferno arde dentro de mim.
A tristeza me adora e me ama
Nesse drama que nunca tem fim.

Me escondo dos olhos do mundo
E mergulho em emoções negativas
Me afasto de tudo e de todos
Não enchergo futuro na vida

As razões dessa dor não existem
E não sei porque ainda dói tanto
Se hoje eu rio contente e feliz
Amanhã me desmancho em pranto

Se eu morro uma vez por semana
Eu renaço tentando viver
Me levanto em busca da vida
Depois caio e volto a morrer.


Ciço Poeta, 03/01/2015

terça-feira, 11 de março de 2014

Soneto de sofrimento.


Eis-me aqui parado agora
Chorando e sem ter perdão
Solitário entre os destroços
Do meu próprio coração

Que em cada palpitada
Chama o teu nome, em vão
Tum: Meu bem! Tum: Meu bem!
Mas meu bem não ouve não!

Arranca essa dor de mim
Vade retro sentimento!
Que não quero sofrer mais

Dessa dor que não tem fim
Tanta emoção ruim
Dai-me um tempo, dai-me paz!

Ciço .Poeta - 11-03-2014 22:51

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Marginalização



Diante dos olhos da sociedade
A nossa idade não importa a ninguém
Somos reféns das grandes cidades
Os muros e grades ainda vão mais além

O que vem do sistema do medo e opressão
Transforma em ladrão quem nasceu roubado
Marcado e afastado dos planos de paz
O que a gente faz é mais que esperado

De um lado a justiça atua com a mídia
E nessa novela eu sou sempre o vilão
Mas não mostram a cara do herói fardado
Que rouba do estado e se diz cidadão

Estou tão cansado de apanhar calado
De ser maltratado e sempre excluído
Sou filho bastardo dessa pátria amada
Que sempre idolatra o real inimigo


Ciço .Poeta - 2013

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Caetés Era Uma Tribo



Eu sou dos Caetés
Onde gente come gente
Seja crente ou descrente
Descontente ou feliz
Eu mesmo também já fiz
Como os ancestrais fizeram
Eles todos também eram
Canibais, iguais a mim

Disseram que nós comemos
Um tal de bispo Sardinha
Que com sua ladainha
Virou banqueta da tribo
E só por esse o motivo
Todos nós fomos caçados
Caetés viraram alvos
Do império português
Que julgou em suas leis
Que nós eramos culpados

Vejam só que desgraçados
Invadiram nossas terras
Trazendo pragas e guerras
Seus padres e seus soldados
O que fiz não foi errado
Pela lei da minha tribo
Comer um padre cozido
Nunca foi nenhum pecado.


Ciço .Poeta 14/10/2013

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Love



A vida perde o sentido
Toda vez que o seu sorriso
Se desfaz por culpa minha
Pois você, minha rainha
Matriarca da paixão
Faz bater meu coração
E faz parar, também
Ele bate, quando vens
Para de bater, se tu se vais
Se estiveres, sinto paz
Se te fores, já não sinto
É verdade, eu não minto
Que a vida ganha sentindo
Toda vez que o seu sorriso
Se encontra com o meu
Faz crescer minha paixão
Dona do meu coração
Rainha do meu querer
Me diga o que você quer
Que é o que eu quero ser.

Ciço .Poeta 02/10/2013

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Musica: Rotina




Ele acorda as 6 da manhã
Toma um café
Da um beijo na mulher
E vai trabalhar

Na ida ele já pensa na volta
Na folga, no feriado
Pensando em descansar

Quer passear
Quer ver o mar
Quer mergulhar
Quer relaxar

Quando começava a sonhar
Já chegou na trabalho

É hora de acordar
É hora de acordar
É hora de acordar
É hora de acordar

Acorda do teu sonho
E volta pro teu pesadelo
Que é a rotina
Da tua vida todo dia

Dorme tarde
Acorda cedo
Pra trabalhar
Ganhar dinheiro

Chega o fim do mês
E ele tá desesperado
Não sabe pra onde foi
Todo o seu salario

Vai com a mão ao bolso
Encontra uns trocados
Hoje ele vai pro bar
Pois tá muito estressado

E bebe a noite inteira
Pensando em fazer besteira
Mas lembra da mulher
A sua companheira

Pensando nas promessas
Que ele fez no altar
Volta a consciência

É hora de acordar
É hora de acordar
É hora de acordar
É hora de acordar


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